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ACONTECEU COMIGO

Pagando propina

 No inicio dos anos oitenta, comprei uma camioneta F100, motor de oito cilindros, por isso gastava muito, combustível e o preço da gasolina estava nas alturas, naquele tempo, era dado o inicio do Proálcool, por isso o álcool era bem mais barato, por isso eu colocava álcool no tanque, em vez de gasolina, mais muitas pessoas, colocava bujão de gás de cozinha, que era estritamente proibido, por causa do perigo das instalações clandestinas e do subsidio do governo.

Eu morava a cerca de cento e vinte quilômetros de Umuarama, em um dia chuvoso resolvia ir até lá, em busca de uma mercadoria, coloque gasolina no tanque temendo a fiscalização. Convidei meu tio para irmos juntos, quando já estava na estrada, lembrei que não havia pego dinheiro, comentei com meu tio, mais como estava meio atrasado, por isso seguimos a viagem  assim mesmo só com talão de cheque, mesmo sabendo que podia passar por dificuldades.

Chegando em Umuarama, não encontrei a peça, que procurava, mais com um telefonema descobri que tinha na cidade de  Cianorte. Para partimos, mais havia um posto de fiscalização, onde os guardas eram diligentes, atacavam todo mundo e fazia pericia minuciosa, com isso sempre achava algumas falhas, por isso recebiam propinas.

Quando lá cheguei o guarda me parou, e vendo a caminhoneta logo disse é a gás, meu tio do outro lado, antes que dissesse alguma coisa, disse é a álcool se guarda, Mais o guarda disse mais nos documentos está marcando que é a gasolina, ainda falei que estava andando a gasolina, mais o guarda disse que estava com cheiro estranho a gasolina, abriu o capô, tentando encontrar um bujão de gás, mais não encontrou, senti que haveria de pagar propina para se ver livre, mais nesses assuntos tem de ter calma para conseguir barato. Então falei para o guarda, me libera, porque já são dezessete horas, onde eu vou gasto mais alguns minutos e lá fecha as dezoitos horas, moro a mais de cem quilômetros, se demorar mais um pouco posso perder a viaje, me libera agora e na volta nós conversamos.

O guarda nos liberou, fui a Cianorte fiz o que havia de fazer, quando voltávamos já era meio tarde, se eu soubesse outro caminho eu desviaria deles, mais como não sabia fui assim mesmo torcendo que me deixasse passar pois a hora já era avançada, mais não teve jeito, quando lá cheguei o mesmo guarda nos atacou de novo, eu não queria oferecer propina, ele não pedia, mais segurou meus documentos, passou dois carros, sem que ele pudesse atacar, porque estava me atendendo, depois passou a atacar, quando sobrava um tempinho ele voltava falar comigo, eu só pedia meus documentos, mais ele não entregava, depois de um certo tempo ele me encaminhou para o chefe, pedi a liberação, de meus documentos, mais ele não liberava.

Ficamos ali por bastante tempo, agora eu já estava tranquilo podia demorar, pois já havia feito tudo o que eu queria, mais meu tio entrou em desespero e disse seu guarda libera nós, se nós tivéssemos um dinheiro nós dava para o senhor; O guarda olhou para ele e disse, já faz vinte anos que eu trabalho nessa profissão, olhando para mim, disse ele tem dinheiro sim, meu tio disse para mim, se você tiver um dinheiro passa para o guarda e ponha na minha conta que eu te pago depois. Nessa hora passei a negociar os valores, eu estava com dez cruzeiro no bolso, já tinha repartido cinco em cada, pensando mais que cinco eu não dou.

Propus para o guarda três cruzeiros, só esse que eu tenho, achando que ele pediria pelo menos cinco, pois os outros davam dez, vinte, mais ele aceitou os três, agora eu tinha de repartir o dinheiro de novo, então arrumei uma desculpa, eu disse vou falar com meu tio, mais era só para separar o dinheiro, então passei os três cruzeiros para ele, nessa hora ele falou para o meu tio, olhando para mim e disse, ele tem mais.

Mal saímos dali, meu tio me disse você disse que não tinha dinheiro, quando saímos de casa? Eu respondi não tinha mesmo, mais quando paramos para almoçar, fiz um cheque de dose e o restaurante me deu o troco, é por isso que eu tinha dinheiro

J.S.P.

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