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ACONTECEU COMIGO

Corrida maluca

Eu tinha mais ou menos quatro anos e uma relação boa de amizade com meu pai, até que um dia estávamos em uma roda, eu meu pai e vários trabalhadores de meu pai, Um deles começou com uma brincadeira que não gostei, não hesitei, meti a mão e derrubei seu boné. Meu pai que estava em frente, falou, pega o boné e põe na cabeça do homem, de jeito nenhum, pensei, fui saindo de vagar e meu pai veio de meu lado, andei depressa, meu pai também, comecei a correr e meu pai também, sai correndo, para o lado de uma mata que nós costumava brincar, pensando vou entrar ali e esconder, vou passar a noite se for preciso, mais não coloco o boné na cabeça daquele homem.

Era de tardezinha, eu corria contra o sol, faltava pouco para cumprir o meu intento, mais quando entrei na sombra da mata, tomei um tremendo choque, minha vista escureceu, a ponto de não enxergar mais nada. Fui forçado a mudar de opinião, por medo, dei meia volta e peguei o caminho de casa, quando estava chegando perto da das pessoas que tinham ficado, torci, para que o boné, não estivesse mais no chão, mais infelizmente estava, peguei coloquei na cabeça do homem e sai dali.

Daquele dia em diante fiquei traumatizado contra meu pai, se ele dissesse vem aqui para apanhar, eu ia. Muitos anos depois eu ia levar almoço na lavora de café, que meu pai tocava, as vezes ele dizia fica trabalhando. Muitas vezes quando ia levar o almoço e queria fazer alguma coisa de tarde, deixava o mais perto possível e saia correndo desesperado, a fim de ir o mais longe possível, para não ouvir sua vós caso ele chamasse. Porque se ouvisse eu voltava, não importava a distancia que estivesse

Só depois de muito tempo descobri que meu trauma, era contra a sombra da mata, que me pareceu tenebrosa naquele dia, devido o impacto da luz solar que batia em meu rosto e a entrada repentina na sombra, causando cegueira e escuridão. Depois disso revivi a sena, de meu pai correndo atraz de mim, percebi que não pegou por que não quis.

 

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