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ACONTECEU

A cobra e o sapo

Andando certa vez pela floresta me deparei com uma cena. Resolvi ver o que acontecia, logo percebi que era um teste de paciencia. Quem será o vencedor, a cobra ou o sapinho, eu também entrei no jogo, fui o ultimo que cheguei, desconfio que o primeiro a chegar foi o sapinho, depois a cobra, não demorou muito e descobri que fui o perdedor, no jogo da paciencia, mais curiosidade fez que eu contasse até dez, para esperar mais um pouquinho, contei até dez de novo, contei mais uma vez. Mais nada acontecia, quando eu ia embora notei alguma coisa e fiquei mais um pouquinho.

Notei que o sapinho perdera também a paciencia, planejava alguma coisa, para sair da situação, é o sapinho estava em apuros, a cobra tinha uma paciencia danada, até quando ficaria ali, como a assistir um espetáculo, será que a cobra apaixonou pelo sapinho, mais como se tratava de natureza logo imaginei, a cobra quer almoçar o sapinho. Mais porque ficara assim? em posição de ataque, mais não atacava nunca.

A cobra olhava para o sapo, como assistir uma cena de novela, não tirava os olhos de jeito nenhum, o sapo olhava para o horizonte, com certeza notara  a presença da cobra a seu lado. Eu esperava que a cobra tacaria a qualquer momento, quando a fome apertasse mais, ou a cobra gostava de apreciar seu prato, antes de devorar. Será que não tinha medo de perde-la.

Naquele jogo de paciencia o sapo perdeu, quis cair fora, até torci por ele, dando um grande pulo, na posição que estava imaginei, que pulando ficaria mais longe da cobra e livrasse de seu triste destino. O sapo arriscou, dando um grande pulo, é mais não teve jeito a cobra pulou também e mostrou mais ágil que o sapo, abocalhando em pleno ar. Esse foi um sensacional expetáculo da natureza que pude apreciar.

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Sapo e a Centopéia

No inicio da noite havia chovido, as luzes já estavam acesa, mais naquela hora não clareava o bastante. Eu caminhava pela rua, quando alcancei um centopéia que caminhava na mesma direção, parecia um ônibus, acho que parecia mais um trem de ferro, por causa da grande quantidade de pernas.  Caminhei um pouco ao lado dela e segui adiante, mais a frente vejo um sapo que estava como estacionado, como a observar o movimento do asfalto, o sapo estava numa posição como se estaciona moto.

Parei por um momento, pouco adiante do sapo e fique olhando o sapo parado e centopéia que prosseguia caminho, tomei uma certa distância pois não queria interferir no caminho dos animais. A centopéia chegava cada vez mais perto, por um momento achei que seguisse adiante, mais quando chegou rumo ao sapo fez uma curva de 180 graus e caminhava rumo ao sapo, que estava numa posição como se fosse alguém importante.

A centopéia caminha cada vez mais perto do sapo, pelo tamanho dos bichos achei que ainda estava longe, quando a questão de segundo, o sapo esticou a língua e engoliu a centopéia. Fiquei imaginando o que deu na centopéia, para dar uma volta de 180 graus, para ir diretamente para a morte.

 

 
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Cobra surda

Um dia eu estava na lavoura, entre um açude e uma valeta muito funda, de repente aparece uma enorme cobra correndo do meu lado, eu tenho pavor a cobra, é que quando viemos morar aqui, muitas pessoas foram ferida de cobras, alguma morreram.

Então como eu estava falando, a cobra vinha do meu lado, eu gritava fortemente, para ver se ela desistia de minha direção, mais não tinha jeito, eu pulava de um lado para o outro. Engraçado que sempre ela vinha em minha direção, pulando para a direita e para a esquerda. Entre os gritos e a dança ela aproximava cada vez mais, quando estava bem pertinho eu pulei de um lado, ela passou muito próximo de mim e se foi.

Quando lembrei de olhar para que direção a cobra tinha ido, já havia sumido. Um dia falando para um amigo sobre a minha desventura, ele riu e falou, você podia morrer de gritar, que ela nunca te ouviria, porque cobra é surda.

 

 
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Cobra medrosa

Outro dia eu andando tranquilamente quando dei de cara com uma cobra que caminhava em minha direção, a cobra não era muito grande, era marron, não sei se era sua cor ou estava suja, mais me assustou. Só que ela também assustou comigo.

Quando eu ia andando, quando via a cobra vindo em minha direção, eu parei aos gritos tentando fazer que a cobra se assustasse e voltasse, dessa vez eu já sabia que cobra era surda, mais nem deu tempo para pensar, acho que usei de minha defesa selvagem. mais a cobra continuava em minha direção, meu desejo era voltar para trás, mais fiquei sapateando no mesmo lugar e não consegui dar um passo se quer.

Quando a cobra estava quase nos meus pés, ela assustou e levantou, como se fosse um cotovelo, metade no chão e metade em pé, na alturas de meu joelho e ficou como paralisada por um tempo. Eu não sabia o que ela ia fazer, pensei que me daria um bote, mais de repente ela caiu de lado, ou deitou sei lá e saiu num tremenda carreira, só dai percebi o medo que ela passou também.

Quando ela fugiu, eu sai daquele lugar que estava fundo de tanto sapatear.

 

 
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Gato malvado

Eu não podia imaginar que o gato fosse tão malvado assim, acreditava que ele pegava o rato, simplesmente para o alimento, mais depois daquela sena fiquei pasmado.

Certo dia vi quando um gato, deu o pulo certeiro, capturou um rato, levou para um lugar, com mais espaço, para torturá-lo antes devorar. Soltava, para capturar de novo, dava patadas, esmagava ao chão, para soltar novamente, para repetir tudo de novo, parece que o gato alegrava como o desespero e o medo do rato, que tentava fugir a qualquer custo.  Passei horas olhando aquele espetáculo. Descobri o quanto o gato é malvado.  Passei horas observando aquele espetáculo, mais minha paciencia se esgotou e segui meu caminho. Como tenho a mania de torcer para os mais fracos, torci o rato, escapar e dar um bolo no gato.

Sai Imaginando que o gato iria fazer, divertir mais que pudesse depois quando o rato não pudesse mais dar espetáculo por causa do cansaço irias jantar o pobre coitado. Não é que sou contra o gato caçar rato, faz parte da natureza, da cadeia alimentar, além de prestar um ótimo serviço, para manter o controle de rato.

É mais em outra ocasião, me deparei com a mesma situação, embora sendo outro gato, outro rato, a sena era a mesma, mais dessa vez o rato saiu vitorioso. O gato divertia a custa do rato, fazendo tudo o que já citei acima, mais de repente o gato deu uma vacilada e o rato se foi. O gato ficou tão sem graça, olhando dos lados, que deu pena do gato dessa vez.

 

 
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Gato nervoso

Quando eu era adolecente lá em casa tinha um gato que não tinha bons termos, fazia suas necessidades dentro de casa e em qualquer lugar, então comecei a perseguir o tal gato, mais tinha dificuldades, porque lá em casa havia os protetores dos animais.

Um dia todos sairam de casa, ficando só com o gato, logo coloquei em pratica, o que mais desejava, era o dia da vingança. O gato estava dentro de casa, então fechei a as portas e as janela, a casa era muito grande, mais não tinha forro, por isso ficava bem alto nas comunheira.

Peguei um cabo de vassora e sai em perceguição ao gato, ele subia paredes, subia nos lugares mais alto da casa, estava sempre fugindo, mais eu não desistia da perseguição, assim como ele, eu  subia as paredes e descia, ele tinaha maiores facilidades, por isso fazia tudo muito rapido e com uma boa distância, isso me poupava serviços, para executar meu intento, mais o gato foi cansando, com isso cada vez podia chegar mais perto do gato, mais aos pouco cansei também, porque tinha de ir cada vez nos lugares mais altos, mesmo assim, não desistia, como gato foi ficando cansado, me aproximei dele, já estava a distância que podia alcançar com o cabo de vassora, por isso o gato também sentiu ameaçado, vendo que não podia fugir resolveu me enfrentar.

Deu fez um chiado, tipo um rxirxirxi,  não foi nem um miado mais foi terrivel, abriu tanto a boca que ficou enorme, parecia que poderia me engolir, nessa hora fiquei com tanto medo que entrei em pavor, meus cabelos se arrepiou todo, parecia que havia uma coisa de outro mundo.

Fiquei por um momento paralisado, olhando para o gato, e ele para mim, o gato também pareceu paralisado, mais em posição de ataque. Quando pude fazer alguma coisa, corri e abri a porta. O gato paralisado ainda ficou alguns segundo, parece que não acreditava que eu havia aberto a porta, depois saiu em disparada, voltando lá em casa só depois de três dias.

Depois daquele dia a casa não mais cabia nós dois, quando eu entrava ele saia. Ainda bem que não foi o contrário, se os protetores dos animais tivesse sabido, poderia ser diferente.

     

 
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Pobres gatinhos

 Um dia eu vinha de Terra Roxa a pé, era um dia de sábado, a tarde, não tinha ônibus e o dinheiro estava curto para pagar taxie, então resolvi tirar a pé, mais adiante um senhor, que estava de bicicleta me alcançou, como estava subindo ele apeou e caminhávamos juntos, como o papo estava bom, ele continuou mesmo no plano e nas decidas, até no encruzo, quando ele pegava outro caminho. Depois de mais uma distância, encontramos dois gatinhos, famintos, recém nascidos que miavam desesperados, pedindo socorro, parece que falava leva nós, pelo amor de Deus.

Enquanto nós caminhava ele nos seguia, naquele desespero, que dava dó, aquele senhor falou, tem gente que não tem coração, não sei porque abandonam os bichinhos assim, se eu tivesse indo direto para casa eu levaria.

Eu não sou muito fã de gato, como já escrevi antes, mais aqueles gatinhos cortou meu coração, eu também falei, não posso também, estou a trinta quilômetro de casa, se não encontrar carona chegarei altas horas da noite, é impossível levar. Esticamos os passos, de modo que não mais podia nos acompanhar.

Assim que separamos consegui uma carona de alguns quilômetro, depois de andar mais alguns quilômetros peguei outra carona, cheguei em casa ainda com sol. Isso já faz alguns anos, mais não consigo esquecer dos gatinhos, quando lembro de coisas assim, fico cada vez mais convencido, que os homens, são os deuses dos animais.

 

 
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A Arapuca

As crianças sempre ficam fascinados pelos passarinho, algumas vezes meu pai trouxe alguns filhotes, que nós cuidávamos, mais nunca o suficiente, para o bichinho sobrevier.

Quando cresci mais um pouco ouvi falar de uma armadilha que se fazia para pegar passarinho que chamava arapuca. Sem nunca ter visto uma, comecei a investigar até que consegui fabricar a primeira arapuca e armei na beira de uma nascente onde os passarinhos vinha para tomar água.

No outro dia quando cheguei lá havia uma enorme pomba presa, que levei para casa, para minha mão preparar. Minha mãe preparou com todo carinho, quando meu pai chegou da roça ela contou para ele, que eu tinha chegado com uma pomba pega na arapuca, falou que cheguei na maior alegria.

Então meu pai falou, ele fez a arapuca, mais nunca pegaria um passarinho. Aprendi fazer a arapuca, consegui todos os acessórios para a armadilha, mais como não sabia fazer a armadilha, simplesmente calcei a arapuca com o gancho, de maneira que nunca pegaria um passarinho.

Depois que minha mãe contou a história, sai para nova investigação, porque não tinha boa relação com meu pai. Assim aprendi armar a arapuca de um jeito diferente da que meu pai armava.

 

 
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A Pomba fujona

Outra vez armei uma arapuca, quando voltei havia uma pomba Jurití, arisca demais. Quando cheguei ela pulou tanto dentro da arapuca que arrancou as penas e até o couro da cabeça, ficando o osso a mostra. Vendo aquela situação tive pena, mesmo assim eu a levava para casa.

Eu a levava presa em minha mão, de repente ela deixou cair o pescoço e morreu, foi o que eu pensei, então abri a mão, enquanto olhava eu olhava para ela com a mão aberta, ela sai sai voando. Nesta hora fiquei tão sem graça, como o gato que perde a caça.

Até hoje eu não sei se a pombinha havia passado mal, devido os ferimentos, na cabeça e desmaiou, ou fingiu de morta para escapar. Ou v9 dizer que a codorna e nambú faz isso para escapar.

 

 
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Essa eu assisti na tv

Um dia quando estava assistindo tv, passou um passarinho a beira da lagoa olhando a água, eu não sabia que estava pescando, mais logo desconfiei, porque ficou por longo tempo, esperando um peixe, que não aprecia.

De repente apareceu um mosquito voando, perto do passarinho, mais que depressa deu uma bicada, pensei que fosse comer, mais deu apenas uma esmagada e soltou na água, pensei que fosse para livrá-lo, mais era para fazer uma isca.

Não demorou muito que o peixe, veio para comer o mosquito, então o passarinho pegou o peixe e saiu voando, para papá em outro lugar.  

 

 
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Ataque de cachorro

Certo dia um cachorro atacou uma criança, que foi levar um recado na casa da amiga de sua mãe. Quando a criança viu o cachorro ficou com medo e correu para os braços da amiga de sua mãe. O cachorro que acho que no instinto de proteger sua dona, avançou fortemente e  feriu gravemente a perda do menino, que sangrou muito. As pessoas estavam por perto, socorreram a criança, eu também estava lá, com a presença das pessoas o cachorro abandonou a selvageria e foi deitar numa sombra..

Todos estavam muitos preocupados com a situação da criança ferida. Daí a pouco encontrei o cachorro deitado com a língua de fora, muito tranquilo, até pareceu sentir com o dever cumprido.

Nessa hora eu me pus a meditar, com a maldade do cachorro, sem remorso nenhum do mal que havia feito. Fiquei imaginando que há muitas pessoas assim, inclusive, pessoas que se dizem cristãos.

 

 
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