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ACONTECEU COMIGO

Matei um homem

Foi nos anos 70, eu trabalhava no plantio de hortelã, tinha um jipe, que estava sem a porta do lado do0 motorista que havia ficado na oficina, para o conserto, 

Eu voltava da cidade, onde havia ido resolver uns negócios, no caminho tive fome, parei num nm boteco de beira de estrada para comer alguma coisa, tomei meu lanche, quando estava saindo um senhor pediu, pague uma pinga  pra mim, eu respondi, eu não tomo pinga e nem pago pinga, peça qualquer coisa que você quiser que pago para você.

Ele ficou irritado, acho que era algum valentão da redondeza, insistiu que era pinga o que ele queria, pois pinga eu não pago, respondi a ele, pedi um sanduíche, daquele que havia comido e mais um refrigerante, paguei e deixei em cima do balcão, é para você, eu disse e sai para ir embora, quando sentei no banco do carro, ele avançou do meu lado, como fosse me dar uma cabeçada, mais com uma peixeira atravessou minha barriga, afastou e vinha de novo, passei a mão num revolver que carregava debaixo do banco e puxei o gatilho, ele caiu do lado, matei -o pensei, vamos embora logo disse para meu companheiro, eu não conseguia dirigir, meu companheiro passou para direção e me levou para o hospital, não foi o mais próximo, tive medo e pedi que me levasse a cidade que morava anteriormente, foi quase a noite inteira de viagem, muitas vezes pensei que morreria no caminho.

Quando cheguei no hospital, o médico fez uma cara de que não havia esperança devido situação, fez as cirurgias, fiquei 20 dias internado, mais eu era muito forte naquele tempo e sobrevivi, mais não pude trabalhar tanto quanto antes.

Quando era para ganhar alta, chegou a policia, dizendo você precisa nos acompanhar até a delegacia, contei o acontecido e de onde eu era, o delgado fez uma ligação, e me contou, a pessoa com quem você brigou está morta, me transportou até a outra delegacia.

Enfrentei um grande processo, tive de contratar um advogado, que me defendeu, oferecendo atestado de boa conduta, dos dois lugares que morava, e trazendo testemunhas do ocorrido, porque o delegado afirmava que havia feito aquilo a traição, porque o tiro, atingiu o ombro de coma para baixo, com que eu o esperasse em cima de uma arvore.

Daquele dia para cá minha vida mudou, gastei todos meus bens, que guardava a anos para comprar meu próprio pedaço de terra, descobri o quanto é terrível matar um homem, olha que eu agi em legitima defesa, mesmo assim é muito sofrido, eu nunca tinha medo de nada, mais ando me escondendo com a sensação que um parente dele vai me matar, fiquei sabendo que era único na região, mais quando vou a cidade, sempre encontro uma pessoa igualzinho o falecido, no começo eu corria como doido, depois comecei a enfrentar e via que não era tão parecido assim.

Moro na colonha, tenho 11 cachorros e uma espingarda, já avisei a todos meus amigos, não vá lá em casa depois que escureceu, se os cachorros latirem eu pergunto quem é, se não responder, ou se eu não conhecer a vós, eu atiro, por que tenho a sensação que sempre há alguém querendo me matar.

Anônimo

   
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