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Uma viagem para Dourados - 30 de Jul. de 2015
Postada por José Pereira
Em resposta à Muitos dos que reclamam agora não passou a metado do que meu passei , postada por José Pereira

Eu tinha uma camioneta e um amigo pediu para levar sua mudança para Dourado MS. Como eu tinha desejo de conhecer esses lugares, aceitei a oferta.

O preço era simbólico, só aceitei levar por causa da amizade e curiosidade. O pagamento ia ser feito, por um amigo dele em Dourados.

A intenção era sair de manhã cedo, mas acabamos saindo na boca da noite. Tentaram me convencer, deixar para o outro dia, mas eu tinha prometido para minha esposa que voltaria no outro dia.

Viajamos a noite inteira, porque a estrada era de chão e também eu andava muito de vagar, por causa de um trauma, por ter sofrido um acidente tempo antes.

Ao amanhecer o dia estávamos em Dourados, descarregamos a camioneta e fiquei esperando receber o pagamento, para voltar imediatamente. Mas ele não me pagava, dizia que era um tal fulano que prometeu pagar, mas ele sentia envergonhado e pedir o pagamento.

Lá pelas quatro da tarde perdia a paciencia e falei com o tal fulano. ele disse que não tinha o dinheiro. Eu falei então vai ter de adotar, porque não tenho dinheiro para voltar.

Acrescentei, você não tem dinheiro mas tem crédito, encha o tanque e fica menos para me pagar e assim foi feito.

Abasteci a camioneta e sai voando baixinho, porque a intenção era chegar em Guaira a tempo de pegar a última balsa.

Fomos por Naviarai, mas como a intenção era conhecer novos lugares, resolvi voltar por Amambai.

Depois de andar alguns quilômetro, peguei uma estrada com enormes pedra, porque estavam cascalhando.

Como ia voando baixinho, não demorou estourar um pneu. Coloquei o estepe e prossegui. Ao passar o Rio Amambai, percebi que o motor estava esquentando, parei para olhar o radiador.

Para minha surpresa tinha outro pneu furado. Como já não tinha mais estepe, tirei om pneu com muito trabalho, porque o macaco já não funcionava mais.

Dai a pouco passou um caminhão. Peguei carona até Amambai, para consertar o Pneu. A inteção era voltar num ônibus que passaria as 7 horas da noite. Mas quando estava fazendo o pagamento ao borracheiro o ônibus passou.

A solução econômica era procurar um hotel, onde pernoitei. Tava muito frio. Fui a um era só água gelada, fui ao outro também. Como já estava quase congelando não me atrevi enfrentar o banheiro. Me lavei na Pia.

Pelo menos dormi bem, pois já tinha passado duas noites sem dormi. Uma foi preparando a viagem. Como eu era açougueiro, trabalhei a noite inteira carneando uma novilha. a outra noite foi a da viagem.

Quando levantei no outro dia cedo, vi que o lençol estava um barro de sujeiras. Fui para a rodoviaria, só ai descobri que teria de esperar uma hora a mais, por causa da diferença de horário. Tava muito frio, deu vontade voltar ao hotel para dormir mais uma hora, mas quando lembrei do lençol desisti.

Cheguei na camioneta coloquei o pneu e segui viagem. Chegando em Amambai, providenciei outro estepe para prosseguir viagem.

Era 9 horas da manhã, quando sai de Amambai, rumo a Iguatemi. Passado alguns quilômetro quebrou uma peça da camioneta. Olhei para trás vi Amambai, mas não quis voltar, deixei para arrumar em Iguatemi. Amarrei a peça com uma corda, mas toda hora soltava.

Há arrependimento, assim a viagem não rendia. Além disso começou dar problema no platinado. Toda hora tinha de parar para amarrar a corda e lixar o platinado.

O platinado foi ficando tão ruim que tinha de parar a cada 100 metro. Desolado eu olhava um platinado velho, que tava jogado do lado todo empoeirado. Se fosse um platinado bom eu colocaria, mas...

Mas como não tinha solução resolvi colocar o platinado velho. Não é que resolveu!

Chegando em Iguatemi, mandei fazer uma solda na peça que tinha quebrado. Era preciso colocar óleo no motor, porque tava gastando mais óleo no motor que gasolina, mas o óleo era muito caro e o dinheiro tinha praticamente acabado.

Passei a voar baixinho rumo a Mundo Novo. a intençao era deixar a camioneta em Mundo Novo, por já não tinha dinheiro para gasolina e os trocados dava para ir de ônibus até Guaira, onde pousaria na casa de meu tio.

Mas passado alguns quilômetro a Hélice bateu no radiador, ao passar num enorme buraco. Toquei mais alguns metro cheguei numa casa. Me deram um balde de água coloquei no radiador, mas saia tudo embaixo.

Nesta hora o sol já ia sumindo. Como meu destino era Mundo Novo. O da camioneta era chegar o mais próximo possível, para ficar menos para ir a pé.

Sem água no radiador, a bomba de óleo também zerou. Sem água e sem óleo no motor já seria impossível chegar em Mundo Novo. Por cima a camionete encaiou numa banca de areia, onde teve de redobrar o esforço.

Cada metro que andava era uma vitória. Esperando o motor trancar a qualquer momento. Mas não trancou. Cheguei em Mundo Novo procurei uma oficina onde deixei a camioneta.

Mas já era tarde demais, não tinha mais ônibus. Cheguei num posto de combustível, onde pensei dormir ao relento. Mas consegui uma carona até Guaira junto a um camioneiro.

Fui na casa de meus tios, chegando fora de hora, mas ainda acordado. Tiveram a delicadeza de preparar uma janta, mesmo diante de minha insistência. Na realidade, para mim foi o almoço.

Como não precisei, gastar do dinheiro entre Mundo Novo e Guaira, tive o dinheiro da passagem até Terra Roxa. De Terra Roxa a Santa Rita foi no fiado mesmo.

Chegando em casa três dias depois, dois do prometido encontrei minha esposa pálida e minha vó rezando pela minha.

Cerca de 20 dias depois voltei para buscar a camioneta.

 

 

   

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