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Conversando com Jesus - 9 de Ago. de 2015
Postada por José Pereira
Em resposta à Muitos dos que reclamam agora não passou a metado do que meu passei , postada por José Pereira

Numa tarde quando estava ma lavoura já cansado do trabalho, olhei para minha mão direita e Perguntei: Jesus. Tantas coisas consigo fazer com essa mão. Mas porque não deste dinheiro?

Nesse momento ouvi uma vós suave que disse como se uma pessoa estivesse do meu lado. "Porque se te der dinheiro vou perder sua alma". Não me atrevi olhar do lado, porque sabia que não tinha ninguém ali e também pela suavidade da vós só poderia ser de Jesus mesmo.

Fiquei intrigado com aquela vós, imaginando porque Jesus falaria comigo. Naqueles dias eu me sentia como a escória do mundo. É coisa da cabeça pensei.

Uma semana depois. Com uma vasilha de sal na mão esquerda, que era para dar aos bezerros e um facão na mão direita. (O facão era um bem lago que quando chegamos na região chamávamos facão de guaucho). Cheguei perto de uma valeta, eu a conhecia, sabia que era larga e funda, mas vi como se fosse estreitinha. Que era possível passar com um pulo.

Mais adiante tinha um passador, que eu pensei de ir. Então olhei de novo e vi a valeta estreitinha e resolvi pular. Foi como pular para o abismo. No impulso soltei do facão para segurar no barranco.

Nesse momento senti meus dedos esfriar. Imaginei que logo que tinha cortado. Quando olhei vi um esguicho de sangue, sair de minha mão.

Peguei a camioneta para ir ao médico, dirigindo com apenas a mão esquerda. Segui pelo carreador imaginando vir para Santa Rita. Mas próximo ao entroncamento imaginei.

Se for para Santa Rita, terei de ir para Terra Roxa. Então resolvi ir para Maripá. Pois imaginava que o sangue poderia acabar a qualquer momento. Mal fiz a curva a camioneta deu duas falhada, entendi como fosse um aviso e parei no primeiro morador para pedir ajuda.

Quando cheguei na casa a mulher jogou um pano encima do ferimento e foi chamar o marido que tava na lavoura.

Quando o homem chegou vendo o estado do ferimento falou. Você sozinho ma lavoura se tivesse cortado o pescoço poderia ter morrido. Relembrei o momento do acidente e facão ficara mesmo entre a mão e o pescoço. Muito próximo ao pescoço. Então pensei, ainda bem que reclamei da mão. Imagina se tivesse reclamado da cabeça.

O homem falou também que não podia me levar, porque estava com a habilitação vencida. Mas propôs chamar um vizinho, para que pudesse me levar ao hospital.

Quando saimos na estrada ia passando o carro da saude do município de Terra Roxa que vinha voltando de Toledo com pacientes. Pedi para que levasse no hospital. O motorista prontificou, mas disse que teria de ira a Santa Rita primeiro.

Mas o vizinho prontificou levar os paciente a Santa Rita e em vez de Maripá fomos direto para Toledo.

Chegando no hospital todo sujo e ensanguentado. A recepcionista ligou para a diretora dizendo. Aqui tem um agricultor acidentado, sem documento e sem dinheiro, o que que eu faço?

Ouvia a diretora perguntar, ele tá dentro do hospital? Diante da afirmação, ele disse se está dentro do hospital tem de atender.

Ligaram para o médico que parecia demorar uma eternidade para chegar. Mas chegou. Ele abriu minha mão e o sangue espirrou fortemente e sujou o jaleco do médico. Disse que teria de aplicar uma anestesia. Nesta hora doeu um pouquinho e depois lavou fortemente com uma bucha de plástico, dizendo que tinha de limpar bem, porque poderia dar teto.

Terminado o trabalho me deu uma receita, para comprar medicamentos e recomendou vacina contra teto. Também passou documentos encaminhando para Curitiba dizendo que tinha cortado os tendões e só podia ser feito em Curitiba.

Recomendo que tinha de fazer com urgência, senão perdia o canal dos nervo e tornaria mais difícil. Depois veio a conta. Era uma promissória de 300 reais e o motorista tinha de ser avalista. Mas assinar como? A mão que eu assinava estava enfaixada. Então fiz uns rabiscos.

Poucos dias depois, eu estava em Curitiba no Hospital das Clínicas. Isso foi em 1999. O hospital passava por grave crise. Quando cheguei no hospital vi que a situação parecia mais de festa, de tanta gente que tinha.

Na hora do atendimento o médico falou, que só daqui trinta dias. Mas não pode o médico de Toledo falou. Fazer o que falou o médico. Aqui falta tudo, até teriamos médico para para fazer a cirurgia, mas não temos medicamentos e materiais cirurgico.

Voltei depois de trinta dias, mas não pude ser atendido, porque a situação do hospital tinha piorado. Então me encaminharam para o Hospital do Trabalhor.

Nesse hospital tinha pouca movimentação de pessoas, por isso marcaram a cirurgia para uma semana. Depois de uma semana estava novamente no hospital com cirurgia marcada.

Recomendaram jejum desde o jantar, porque a cirurgia deveria acontecer na manhã seguinte. Apresentei bem cedo no hospital, já com fome, porque não tinha jantado e não tinha tomado café da manhã. Chegou hora do almoço e nada de chamar. Passara o meio dia, e rompia a tarde e nada de chamar. A fome e a sede aumentava. Quando chegou cinco da tarde me chamaram, pensei que fosse para a cirurgia, mas foi para avisar que cirurgia fora adiada porque chegou casos de urgências, devido acidentes.

Assim foi marcada mais duas vezes a cirurgia, mas era adiada por causo de fatos urgentes. Com as dificuldades do Hospital das Clínicas o Hospital do Trabalhador passou atender uma multidão.

No dia 12 de setembro de 1999. Depois da longa fila na espera e depois do cancelamento da cirurgia um médico falou vou fazer sua cirurgia amanhã. O médico parceiro dele falou amanhã você não pode. Mas eu vou fazer. Mas amanhã não é seu dia. Mas eu vou fazer replicou o médico.

Me passou um documento. Quando entreguei o documento no escritório, a enfermeira perguntou, quando você fez a cirurgia? Eu respondi, eu não fiz, vou fazer amanhã. Mas tá aqui 13 de maio.

13 de Maio foi o dia do acidente. Dia de Nossa Senhora de Fátima. Então enfermeira pediu retornasse ao médico e acertasse o documento. Mas antes ela fez um sinal em volta do ouvido com a dizer que o médico estava louco.

Diante dos fatos, que tinha acontecido antes o médico e agora com a enfermeira cheguei a conclusão que o médico tava meio louco mesmo. Mas aquele tempo a minha fé tava em alta, fiz minhas orações e entreguei mão nas mãos do médico.

Feito a cirurgia o médico tirou as juntas da ponta de dois dedos e colocou silicone para criar um novo caminhos para o nervo que deveria ser implantado numa nova cirurgia.

Passado um mês voltei para fazer revisão e procurei notícia do tal médico que fez a minha cirurgia, mas só me disseram que tirou um tempo para descanso.

Depois disso voltei várias vezes ainda em Curitiba. Foi feito o implante do tendão, mas esse rompeu e o dedo ficou se utilidade para o trabalho.

Nas minha pregações até digo que estou em vantagem. Dizem que quando a gente aponta um dedo para uma pessoa. Aponta também um dedo para Deus e três para a gente mesmo. Mas se eu fizer isso consigo apontar só dois dedos para mim mesmo.

 

 

   

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