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Carro novo - 4 de Ago. de 2015
Postada por José Pereira
Em resposta à Muitos dos que reclamam agora não passou a metado do que meu passei , postada por José Pereira

O ser humanos é carregado de ilusões e eu não podia ser diferente.

No início eu sonhava com uma bicicleta, poderia ser usada que eu seria feliz. Mal consegui a consegui a bicicleta usada, já estava de olho em uma bicicleta nova.

Como a bicicleta nova demorou de vir pulei essa pauta e fiquei de olho numa moto, poderia ser usada, que tornaria feliz.

Mal adquiri uma moto usada, já não tava boa mais, porque pretendia uma nova. Como a nova demorou de chegar pulei também essa etapa para sonhar com um carro, poderia ser usado. Mas quando consegui o carro usado vi que não tava bom e pretendia um novo, podia ser popular.

Para adquirir um carro novo optei pelo consórcio. Havia várias opções, mas devido a pressa, optei por 24 meses.

No inicio ia tudo bem no pagamento das prestações. Pelos meus cálculos pagaria tranquilo, pois era apenas meio salário mínimo. Mas aquele tempo tudo subia exageradamente. 15 meses passara e já estava pagando mais que dois salários mínimo. A coisa foi apertando e quando chegou 18 meses não tive mais condições para pagar. Naquele tempo tudo que era dado no consórcio perdia se não chegasse até o fim. Nessas circunstância, apareceu um comprador de consórcio e me oferece o valor de duas prestações e meia. É pegar. Ou perder tudo.

Equilibrado as finanças, aventurei mais uma vez, no sonho do carro novo e mais uma vez optei por consórcio. Desta vez fui mais longe. Cheguei pagar as 24 parcelas pela qual tinha contratado. Cheguei com a corda no pescoços, mas cheguei pensava eu. Mas ao mesmo tempo desconfiado, porque as parcelas não subiam tanto como subiam os carros. Foi quando chegou a amarga notícia, os consórcios foram prorrogados por mais 50 por cento. Assim eu teria de pagar mais 12 parcelas, que seria impossível. Então mais uma vez passei para um comprador de consórcio, por uma merreca.

Como a ilusão do carro novo persistia aventurei mais uma vez. Mas desta vez por financiamento, porque estava horrorizado com consórcio.

Adquiri um carro popular, por 7 mil e 500. Dei 3 mil e 500 de entrada e financiei 4, por 2 anos. Entrei dentro do carro e o representante da concessionaria, falou, ali é o posto e ali é a seguradora. Seguradora exclamei. Sim respondeu ele, você comprou financiado, tem de ser segurado.

Com o seguro, as documentação e alguns acessórios lá se foram outros 3 mil e 500. Só ai que percebi que pulei num galho seco, porque os outros gastos não estavam no orçamento.

Mas de início tudo bem, adquiria um carro novo. Poucos dias depois já estava de olho em um carro mais avançado. Um Vectra por exemplo. Diante dessa insaciedade, percebi que havia algo errado. Diante de uma trabalho psicológico consegui contentar com meu popular.

Ainda lembrei de uma fato que aconteceu no Mato Grosso. Um moço de Tangará da Serra ia para Cuiabá. Um amigo pediu carona, porque queria conhecer a capital e se foram. Chegando em Cuiabá o caroneiro olhava para os carros e comentava; e carrão. Fora várias vezes que encheu o amigo que tomou uma decisão drástica. Quando mostrou sua admiração por um carrão e disse vi com ele e o deixou em Cuiabá e sem dinheiro. Não se sabe como, mas 3 dias depois ele chegou em Tangará.

Mas como sempre as prestações subiam todos os meses e como sempre as crises apareciam. Passado um ano estava com sérias dificuldades. Tinha de vender o carro.

Era mês de Novembro, quando percebi que deveria vender o carro. Apareceu um comprador, que me ofereceu 7 mil e 500. Era muito dinheiro considerando o preço que paguei, mas o prejuizo seria grande considerando que com os juros, seguros e outros já estava custando 15 mil.

Por isso resolvi segurar mais alguns meses. Em Janeiro começava a colheita e nessa época costumava aparecer mais serviço e poderia colocar as contas em dia. Mas passou Janeiro, Fevereiro e março e foi como não tivesse colheita.

Então coloquei novamente o carro a venda. Só que desta vez consegui apenas 7 mil. Se tivesse vendido anteriormente a 7 mil e 500, somando os juros que paguei já daria 9 mil e 600.

Sabe analisando bem acho que gosto mesmo é carro velho. Com o carro velho não tenho medo de ladrão, dou carona para qualquer um. Coisa que não fazia com carro novo.

Bem num tempo que Alto Alegre vivia um terror, devido a onda de assalto que predominava. Eu vinha de Terra Roxa. Pra lá do São João, antes da curva. Eu vinha vindo com meu Passar velho. Vi um senhor que pediu carona. Tive medo de atropelar, porque ia em luz baixa e vinha outro veiculo de frente, que me ofuscava a visão. Então esse senhor pediu carona. Me agradeceu tanto, disse que vinha de Palotina a pé não tinha conseguido nenhuma carona e já tava tão cansado que nem sabia se aguentava chegar em Alto Alegre. Tava tão escuro que só no Alto alegre pude ver que era um conhecido.

 

 

   

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